Tecnologia, criatividade e talentos em ação marcam o segundo dia do Festival de Programação e Robótica do Recife 2026

Entre robôs, códigos e muita criatividade, estudantes transformaram desafios tecnológicos em experiências de aprendizagem. Fotos: Junior Lira

Muita energia, criatividade e desafios movimentaram o segundo dia do Festival de Programação e Robótica do Recife 2026 (FPR 26). Além dos estudantes da Rede Municipal do Recife, o evento também recebeu participantes das redes estadual e particular da Região Metropolitana do Recife (RMR), transformando o festival em um grande encontro de jovens apaixonados por tecnologia, inovação e conhecimento.

Entre robôs, códigos, ideias e muita troca de experiências, a programação reuniu competições, apresentações e desafios que mostraram, na prática, as diferentes formas de aprender, criar e encontrar soluções por meio da tecnologia.

Um dos destaques foi a Mostra Nacional de Robótica (MNR), que abriu espaço para a apresentação de projetos e experiências desenvolvidas pelos estudantes. Já no Hackathon Hackedu, os jovens do Embarque Digital foram convidados a colocar a criatividade para funcionar e desenvolver soluções para problemas do mundo real. A experiência estimulou a colaboração, a inovação e a capacidade de transformar boas ideias em projetos.

O desafio também tomou conta do REC_Line, competição que colocou os participantes diante de situações práticas e novos obstáculos tecnológicos, exigindo conhecimento, estratégia e criatividade para encontrar soluções. Na OBR Artística – Nível 2, a robótica ganhou ainda mais expressão. A modalidade une criação, programação e arte, mostrando que os robôs também podem ser ferramentas para contar histórias, comunicar ideias e dar vida à imaginação.

E talento foi o que não faltou durante o festival. Entre os participantes, a equipe Mentes Brilhantes, da EREM Luiz Delgado, mostrou entusiasmo em cada desafio. Para Adriely Luiza, a experiência vai muito além da competição. “Eu gosto muito de participar da OBR porque acredito que todo conhecimento tem o poder de transformar a forma como pensamos, e a robótica também faz isso. Cada desafio é uma oportunidade de aprender, criar e descobrir novas possibilidades”, afirmou.

Outro momento especial da programação foi a apresentação do First LEGO League Explore (FLL), que reuniu estudantes em uma experiência de aprendizagem marcada pela investigação, pela robótica e pela criação. Com peças de LEGO e muita curiosidade, os participantes apresentaram projetos que conectam tecnologia, conhecimento e histórias do cotidiano.

Para Marília, professora da Escola Municipal Manuel Antônio de Freitas, atividades como essa tornam o aprendizado ainda mais significativo. “É um momento de muita interação, diversão e aprendizado. Ao participarem da FLL e de atividades como esta, os estudantes desenvolvem habilidades importantes, como criatividade, programação e trabalho em equipe. Este ano, eles apresentaram um projeto sobre o Mercado de São José, utilizando peças de LEGO para explorar o tema da arqueologia e valorizar a história da nossa cidade”, afirmou.

No FPR 26, cada arena, desafio e apresentação se transforma em uma nova oportunidade para testar conhecimentos, compartilhar ideias e descobrir que, quando criatividade e tecnologia se encontram, as possibilidades são infinitas.

MAIS DE 20 EQUIPES SUBIRAM AO PÓDIO: A etapa foi marcada também pelo reconhecimento ao trabalho desenvolvido pelas equipes. Nos dois dias, mais de 20 grupos foram premiados, celebrando o talento, a criatividade, o empenho e o trabalho colaborativo dos estudantes ao longo das competições. 

No primeiro dia, a equipe Futurebot, da Escola Municipal Pedro Augusto, conquistou o primeiro lugar na OBR Resgate – Nível 1, enquanto a Overview, da UTEC Gregório Bezerra, ficou com o topo do pódio na OBR Resgate – Nível 2. O grande destaque, porém, foi a Escola Municipal Doutor Rodolfo Aureliano, que subiu ao ponto mais alto do pódio duas vezes, com a equipe Robotec, campeã da OBR Artística, e com a Roboticspeed, vencedora da competição REC_Line. 

Muita energia, criatividade e desafios movimentaram o segundo dia do Festival de Programação e Robótica do Recife 2026 (FPR 26). Além dos estudantes da Rede Municipal do Recife, o evento também recebeu participantes das redes estadual e particular da Região Metropolitana do Recife (RMR), transformando o festival em um grande encontro de jovens apaixonados por tecnologia, inovação e conhecimento.

Entre robôs, códigos, ideias e muita troca de experiências, a programação reuniu competições, apresentações e desafios que mostraram, na prática, as diferentes formas de aprender, criar e encontrar soluções por meio da tecnologia.

Um dos destaques foi a Mostra Nacional de Robótica (MNR), que abriu espaço para a apresentação de projetos e experiências desenvolvidas pelos estudantes. Já no Hackathon Hackedu, os jovens do Embarque Digital foram convidados a colocar a criatividade para funcionar e desenvolver soluções para problemas do mundo real. A experiência estimulou a colaboração, a inovação e a capacidade de transformar boas ideias em projetos.

O desafio também tomou conta do REC_Line, competição que colocou os participantes diante de situações práticas e novos obstáculos tecnológicos, exigindo conhecimento, estratégia e criatividade para encontrar soluções. Na OBR Artística – Nível 2, a robótica ganhou ainda mais expressão. A modalidade une criação, programação e arte, mostrando que os robôs também podem ser ferramentas para contar histórias, comunicar ideias e dar vida à imaginação.

E talento foi o que não faltou durante o festival. Entre os participantes, a equipe Mentes Brilhantes, da EREM Luiz Delgado, mostrou entusiasmo em cada desafio. Para Adriely Luiza, a experiência vai muito além da competição. “Eu gosto muito de participar da OBR porque acredito que todo conhecimento tem o poder de transformar a forma como pensamos, e a robótica também faz isso. Cada desafio é uma oportunidade de aprender, criar e descobrir novas possibilidades”, afirmou.

Outro momento especial da programação foi a apresentação do First LEGO League Explore (FLL), que reuniu estudantes em uma experiência de aprendizagem marcada pela investigação, pela robótica e pela criação. Com peças de LEGO e muita curiosidade, os participantes apresentaram projetos que conectam tecnologia, conhecimento e histórias do cotidiano.

Para Marília, professora da Escola Municipal Manuel Antônio de Freitas, atividades como essa tornam o aprendizado ainda mais significativo. “É um momento de muita interação, diversão e aprendizado. Ao participarem da FLL e de atividades como esta, os estudantes desenvolvem habilidades importantes, como criatividade, programação e trabalho em equipe. Este ano, eles apresentaram um projeto sobre o Mercado de São José, utilizando peças de LEGO para explorar o tema da arqueologia e valorizar a história da nossa cidade”, afirmou.

No FPR 26, cada arena, desafio e apresentação se transforma em uma nova oportunidade para testar conhecimentos, compartilhar ideias e descobrir que, quando criatividade e tecnologia se encontram, as possibilidades são infinitas.

MAIS DE 20 EQUIPES SUBIRAM AO PÓDIO: A etapa foi marcada também pelo reconhecimento ao trabalho desenvolvido pelas equipes. Nos dois dias, mais de 20 grupos foram premiados, celebrando o talento, a criatividade, o empenho e o trabalho colaborativo dos estudantes ao longo das competições. 

No primeiro dia, a equipe Futurebot, da Escola Municipal Pedro Augusto, conquistou o primeiro lugar na OBR Resgate – Nível 1, enquanto a Overview, da UTEC Gregório Bezerra, ficou com o topo do pódio na OBR Resgate – Nível 2. O grande destaque, porém, foi a Escola Municipal Doutor Rodolfo Aureliano, que subiu ao ponto mais alto do pódio duas vezes, com a equipe Robotec, campeã da OBR Artística, e com a Roboticspeed, vencedora da competição REC_Line. 

No segundo dia, as equipes Astro Tec 3 e Astro Tec 1, do Sesi Paulista conquistaram os primeiros lugares na OBR Resgate – Níveis 1 e 2, respectivamente. Na OBR Artística, a campeã foi a New Atom Art, do Centro de Atividades Engenheiro Roberto Edgio de Azevedo. Já na REC_Line, o primeiro lugar ficou com a equipe Coquestar, da Escola Municipal em Tempo Integral José da Costa Porto, enquanto a Educriar conquistou o topo do pódio no Hackedu. 

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